segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Obesidade pode ser contagiosa?




 Conforme estudos da Universidade de Yale, bactérias seriam possíveis propulsoras deste mal. Será mesmo?



As danadas das Bacteroidetes e Firmicutes, determinadas filos de bactérias, andam aumentando sua população no tão conhecido sistema digestivo de forma alarmante, por descobrirem que são capazes de criar certa predisposição a obesidade. Vê se pode?! Genevive, ratinho de laboratório, contou-nos que anda de gaiola em gaiola com medo de um maior contato com Olavo, também ratinho, mas umas cinco vezes maior, pois a história que ronda entre as gaiolas é de que a bactéria possa ser contagiosa. 
  


Certo dia, o Professor de Imunobiologia Richard Flavell da Universidade de Yale, resolveu colocar os dois ratinhos na mesma gaiola. Desinformada, Genevive pensou que certo espirro ou mesmo um aperto amigável de patinhas poderia fazê-la adquirir a bactéria, mas mal ela sabia que seu contato diário com o material defecado de Olavo era o fator crucial para a ocorrência do contagio.

Flavell encantou-se com o que viu após o que vinha pesquisando concretizar-se, ainda que não conseguisse explicar inteiramente a predisposição, obteve uma teoria para tal. Segundo ele, a infecção através do contagio que provoca o elevado aumento das Bacteroidetes e Firmicutes, ocasionam uma falha no processamento da insulina pelo pâncreas, aumentando assim o nível médio da glicose no sangue. Ou seja, a insulina é liberada em quantidade fora do habitual para controlar a glicose, que é absorvida rapidamente. Há o armazenamento intra-celular, para a produção de energia e o que vira excesso, passa a transformar-se em gordura.



Ao contrário do Professor, Genevive não ficou nada feliz com os resultados, sentiu-se tristonha por ser logo ela a escolhida para participar de tal experiência. Mas, já com planos já para a próxima semana, disse que começará uma pesada rotina de exercícios na rodinha da gaiola e manterá uma alimentação balanceada. Quanto a Olavo, pretende manter distância por um bom tempo.

Vale lembrar a vocês, caros leitores, que nada foi comprovado em humanos até o momento. Portanto, continuem suas rotinas normais enquanto o gordo e o magro ainda vivem em harmonia, tanto nos desenhos como na vida real. 



Fonte: http://nutricionistadenise.com.br/blog/wp-content/uploads/2012/05/Super.pdf


Att, 
Daniela Stringari

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