segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Será que um simples hormônio pode ser a solução dos nossos problemas?


Amor não é uma vontade incontrolável de ficar com seu amante o tempo todo. O nome disso é serotonina. Amor não relaxa o corpo, cria laços e deixa os apaixonados felizes. O nome disso é ocitocina. É dopamina. Biologicamente, paixão é só um jato de hormônios e neurotransmissores disparado pelo cérebro. E que viciam quase como droga - as áreas de prazer e recompensa ativadas são as mesmas. Mas uma hora cansa. Quando a festa hormonal no cérebro acaba, o amor chega ao fim. A maior evidência do papel da ocitocina na formação de casais é simplesmente o fato de que, quando nós bloqueamos os receptores desse hormônio, os animais não conseguem formar casais.


Mas, se a liberação de ocitocina acontece por causa do toque, por que não nos apaixonamos pelo massagista? Por que ônibus lotados não são os lugares mais românticos da Terra? E por que é possível continuar apaixonado pela mesma pessoa ainda que ela viva a quilômetros de distância? Estudos mostraram que a liberação de ocitocina pode estar condicionada a estados emocionais e imagens mentais. Mais que isso, os testes revelaram que a liberação sistemática do hormônio durante um período de alguns dias pode "fixar" os efeitos, transformando a sensação de amor em uma constante. Um neuroendocrinologista sueco injetou ocitocina em roedores por cinco dias seguidos, deixando-os "apaixonados". No sexto, os efeitos apareciam sem a injeção do hormônio. O cientista acha que a mera lembrança das sensações agradáveis causadas pela ocitocina, ainda que na ausência dela, são suficientes para ativar o amor.
Estudos feitos nos estados unidos revelam que os casais se divorciam em média 16 anos após o casamento. Segundo o IBGE essa média também é aplicada no Brasil. Pois bem, acho que há um pequeno erro nessas médias citadas acima. Afinal o que menos se vê nos dias de hoje é um casal durar muito tempo juntos, mal e mal juntaram as escovas de dente e já estão se separando. Pra que casam afinal? Pra fazer festa, gastar rios de dinheiro e alguns meses depois já seguirem outro caminho? Talvez o grande problema mesmo esteja na palavra "casamento". Talvez seja ela que traz a tona toda uma responsabilidade que antes não existia. Um compromisso diário com o outro! Então porque não ficam apenas juntos sem essa pressão toda? Talvez porque não é isso que somos induzidos a fazer. O que diria a nossa família, os nossos amigos? Portanto acabam casando apenas para mostrar aos outros que cresceram a ponto de assumirem pra si, algo tão grandioso... O Casamento!
Segundo uma equipe da Universidade de Oxford, a culpa pelos casamentos durarem pouco é dos hormônios e neurotransmissores. Ou melhor, da falta deles. Afinal são eles que acionam o sistema de recompensa do cérebro e desencadeiam a sensação de prazer e felicidade do amor correspondido.
Então está explicado... Acho que anda faltando hormônio em grande parcela da população. Será essa a solução de todo aquele estresse vivenciado no dia a dia da relação?
Imagine se dentro de alguns anos existisse um remédio em forma de comprimido ou inalável que pudesse salvar o relacionamento de um casal?
Um grupo de pesquisadores pôs em pratica essa ideia produzindo o remédio do AMOR que vem em um recipiente de 7,5 ml com conta-gotas, ou sob a forma de spray nasal. A ocitocina está no ar minha gente!


Ele não restaura a paixão. Mas proporciona uma forte sensação de relaxamento. E isso pode ajudar nos momentos mais tensos de uma relação. Quem sabe quando você vê uma toalha molhada em cima da cama? Coisas do tipo que todas as mulheres amam em um homem! Com duas borrifadas no nariz ou seis gotas debaixo da língua, o hormônio corre pelo sistema sanguíneo e aos poucos entra no sistema nervoso central, reduzindo o nível de cortisol (hormônio do estresse) no sangue. Ai é só calmaria. Fala a verdade. Não é tudo o que você queria ouvir? Um simples remedinho que te acalma nas horas de raiva. Mais segundo os cientistas, não é necessário comprar um spray (nada confiável na situação atual) para solicitar a produção do hormônio. Eles suspeitam que algumas coisas “provocam” a produção de ocitocina naturalmente: massagem, sexo, toque, contato visual... E para essas coisas, não há contra-indicações.
Além disso, um dos grandes, ou talvez o maior de todos os motivos das milhares de separações que andam ocorrendo está na mira da ciência... A infidelidade. Segundo pesquisas, um gene ligado à recepção de neurotransmissores de vasopressina pode dizer se alguém é fiel ou não. Em ratos, deu certo. Eles passaram mais tempo com a parceira do que na gaiola de estranhas. Fica esperto Ricardão! A equipe não descarta essa solução para humanos.
Assim, finalmente teríamos outro tratamento para a famosa dor de cotovelo, além daquele outro infalível, mesmo quanto demorado: O tempo!


http://super.abril.com.br/ciencia/amor-farmacia-ciencia-relacionamentos-720800.shtml

Att. Micheli Borchardt

Comidas exóticas para estômagos fortes

Você é o que você come. Na cultura ocidental, o que você come reflete na sua saúde, em como o corpo absorve carboidratos, proteínas, açúcares e gorduras. Na cultura oriental, a frase tem outro significado. Ao ingerir um alimento, você assume suas propriedades energéticas. Isso explica parte do motivo pelo qual os asiáticos são os campeões em comida exótica (pelo menos aos olhos arregalados dos ocidentais). Do cardápio de chineses, vietnamitas, cambojanos, tailandeses e japoneses fazem parte ingredientes como escorpiões, baratas, besouros, aranhas, morcegos, peixes venenosos, ursos, cobras, pênis de animais e larvas.



Para quem tem estômago forte e espírito aventureiro, comer um espetinho de escorpiões ou o coração ainda pulsante de uma cobra é apenas uma experiência diferente numa viagem de turismo. Mas para os locais, a maioria desses pratos – além ser uma fonte rica em proteína – é como um remédio: eles podem aumentar a vitalidade, a virilidade, a resistência e a libido ou curar dores no corpo, acabar com pedras nos rins, resolver problemas circulatórios, aliviar a tosse e a asma ou diminuir a apatia. No Vietnã, por exemplo, a cobra é um alimento muito apreciado por suas propriedades medicinais, e há restaurantes especializados no preparo do animal. A carne do réptil, dizem, é boa para a vida sexual de homens e mulheres e pode até curar a malária.


O que escolhemos comer depende de onde nascemos e de como somos criados. Mas quase sempre o que nos repele não é o gosto da comida, mas o pensamento de ter de comê-la. E é esse pensamento que nos faz repelir a ideia de comer carne de cachorro, como acontece na China, onde há criadouros de uma raça do animal para abate culinário. Ou que nos faz nausear diante de uma salada de besouros ou de um prato de larvas fritas. Ou ainda que nos faz colocar os bofes pra fora diante de um “crocante” ovo de pata com um embrião de 17 dias. Algumas comidas são tabu, outras, proibidas, outras, ainda, são consideradas “incomíveis”. Ma por que algumas culturas comem peixe cru, mas não comem queijo? O fato é que temos de nos alimentar para sobreviver, e o que é enojante para uns, pode ser uma iguaria para outros ou sua única fonte de sobrevivência. Ou você se recusaria a comer uma suculenta caranguejeira assada se a sua vida dependesse disso?


Aqui vão algumas sugestões de cardápio com suas respectivas funções nutricionais:
Larva de palmeira: consumida em países como Malásia, Nigéria e Papua Nova Guiné, é rica em proteínas, potássio e cálcio. Essa larva gorducha pode ser consumida in natura, diretamente retirada da madeira, tostada, furta e dizem que crua tem gosto de coco e, frita, lembra bacon.
Maria-fedida: rica em vitamina B, este inseto é devorado por mexicanos e sul-africanos, que mergulham a maria-fedida em água quente para remover seu aroma ruim antes de comer. São apreciados como recheios de tacos no México e consumidos cozidos e desidratados na África, como petiscos. O sabor é uma mistura de canela e iodo.
Larvas Huhu: apreciadas na Nova Zelândia, estas larvas gordas são encontradas em madeira apodrecida e são consideradas uma iguaria consumidas cruas ou salteadas. É um alimento rico em proteínas, com sabor de manteiga de amendoim.
Cigarra: é consumida no Japão, China, Ásia e partes dos EUA e tem sabor de aspargos. Por viver 17 anos embaixo da terra, a cigarra só sai da toca para reproduzir e morrer e os caçadores as apanham antes que a casca endureça para fritá-las ou salteá-las e consumi-las, já que tem até 40% de proteínas.
Fonte (s):

domingo, 2 de dezembro de 2012

Hambúrguer de laboratório

Seria possível um hambúrguer conter tão pouca gordura quanto um peixe?

Pois bem, nos EUA, os cientistas não param de inventar novas tecnologias, novas ideias e novas comidinhas. Novas comidinhas? Como assim?


Isso mesmo, cientistas dos EUA formularam um “receita” para criar hambúrguer com apenas uma célula animal. Essa célula pode ser de boi, porco ou galinha. A técnica desenvolvida, condiz em colocar a célula do animal desejado em uma esponja e mergulhar numa soluça de nutrientes que contém, glicose, aminoácidos e minerais. Essa célula, passado um determinado período, se multiplica e forma uma película de carne em cima da esponja. Eis então, o hambúrguer de laboratório, prontinho para ser cortado, temperado, frito e comido. Essa técnica pode ser chamada de “carne in vitro”.

Essa nova descoberta irá agradar vegetarianos e ambientalistas, pois não exige sacrifício de animais e também poupa o planeta, diminuindo a pecuária extensiva que hoje é responsável por 20% da poluição mundial.
“Uma só célula produziria carne suficiente para toda população do mundo”, diz Jason Matheny, diretor do instituto de biotecnologia New Harvest.
Claro, também não vamos radicalizar e achar que a partir de agora não teremos mais carne “natural” para o consumo, não! Essa carne de laboratório apresenta uma textura mole, ou seja, somente alimentos aglomerados serão produzidos por essa técnica, como hambúrguer, salsicha ou nuggets de frango.
O grande impasse do estudo está no custo do produto. O quilo do hambúrguer custa pelo menos US$ 2 mil. A ong de defesa dos animais Peta, ofereceu um prêmio de US$ 1 milhão para aquele que conseguir aperfeiçoar a técnica e baratear a carne. “É bem possível que o preço caia para US$ 50”, diz o especialista Bob Dennis, da Universidade Estadual da Carolina do Norte.
Essa técnica permitirá que o hambúrguer pode ser modificado geneticamente para  ficar mais saudável que a carne natural. “você poderia comer um hambúrguer que tivesse tão pouca gordura quanto um pedaço de peixe”, diz Matheny.
Se a ideia realmente der certo, o mundo dos vegetarianos está prestes a melhorar, e também, aos não vegetarianos, pois poderíamos consumir um  alimento pelo qual nos faria menos mal do que os que ingerimos hoje, melhorando nossa saúde e quem sabe aumentando nossa expectativa de vida?!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Urinoterapia


Você pensa que já viu de tudo nesta vida? Pois bem, a raça humana tem o dom de nos surpreender todos os dias, portanto vamos logo ao assunto, vamos falar de Urinoterapia!




                Sim, é exatamente isto que você esta pensando. A urinoterapia consiste na prática diária da ingestão de urina, ou seja, todo o dia de manhã (sabe-se lá Deus porque) muitos indivíduos de inúmeras culturas (sabe-se lá de onde) bebem, em media, um “delicioso” copo de sua própria urina.
                Por mais nojento que pareça, a urina já foi considerada uma bebida saudável e da moda por diferentes civilizações durante séculos. Os celtas faziam gargarejo com xixi para branquear os dentes; os indianos apontam a urinoterapia como solução pratica para muitas doenças. O famoso escritor JD Salinger (“O apanhador no campo de centeio”.) e o ex primeiro ministro da Índia (Morarji Dasei) eram fervorosos adeptos de tal prática, sendo que, o último fez uma adorável aparição em um canal de TV estadunidense (CBS) para defender este habito.
                Ainda assim, beber nossa própria urina (embora eu acredite que nenhum leitor terá a brilhante ideia de testar) não trás nenhum benefício conhecido para a saúde visto que o xixi é composto de 95% de água. Os 5% restantes representam excessos de eletrólitos, como sódio, cloreto e potássio e por vezes algumas toxinas adicionais (que só se tornam nocivas quando ingeridas em excesso).
                Os eletrólitos são responsáveis pela condução elétrica de algumas de nossas células, mas seu excesso extrai água das mesmas, desidratando-as.  Muito potássio, por sua vez, pode acarretar um ataque cardíaco.
Mas para mim, o melhor pressuposto é: para que diabos ingerir uma coisa, visto que seu corpo esta querendo, conscientemente, se livrar dela? O manual de sobrevivência do exercito dos EUA, vou repetir: o MANUAL DE SOBRÊVIVENCIA DO EXERCITO DOS EUA, inclui urina na lista de “não beba”.
Entretanto muitos pesquisadores como a indiana Ratree Cheepudomwit (do departamento de desenvolvimento da medicina tradicional e alternativa) estudou 250 membros do movimento budista tailandês Santi Asoke e afirmou: “Destes, 87% relatavam efeitos benéficos, como eliminação de rugas, cabelos brancos e problemas de sinusite e mesmo a cura de câncer”.
Minha querida Ratree, não quero menosprezar seu árduo trabalho, mas vou continuar com minhas rugas, cabelos brancos e sinusite, sinto-me muito mais confortável com elas do que com a ideia de beber minha própria urina.
Sei que já dissertei mais do que deveria mas eu não poderia deixar de mencionar isso: Conheça a mais nova forma de perder peso. Injeções de urina (afinal, pra que beber se você pode injetar?!). uma adepta, Sheryl Palone, afirma ter perdido 20 quilos apenas utilizando estas injeções milagrosas. Mas uma vez eu me reporto, senhora Sheryl Palone, fico muito feliz por você, mas eu prefiro continuar gorda.



Att. Eduarda Mohr.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Aipim foi flagrado flertando com as bactérias no trato gastrintestinal


   O Aipim, conviva frequente nas mesas dos descendentes teutônicos no Vale do Itajaí, e também convidado à mesa de outros habitantes destas vilas por ser reconhecidamente uma excelente companhia nas aventuras gastronômicas, foi recentemente flagrado flertando descaradamente com as bactérias que transitam pelo trato gastrintestinal, especialmente após o almoço, para aquela caminhada merecida após a refeição.

Acontece que o Sr. Aipim, rico fornecedor de calorias para as mitocôndrias residentes nas avenidas celulares, também anda fornecendo grandes quantidades de amido resistente às bactérias que moram na via intestinal. O fornecimento de amido resistente em grandes quantidades é ilegal, sendo permitido apenas para consumo próprio. O problema com o grande fornecimento de amido resistente à ação da amilase é que ele acaba sendo fermentado pelas bactérias, essas safadas, liberando gases indesejáveis na via intestinal. O trânsito fica complicadíssimo !

Dizem as beatas de plantão que até o Sr. Feijão, o Sr. Brócolis e o Dr. Repolho andaram flertando com os enterococos, e que a Srta. Lentilha, a Sra, Passas (quem diria), a Srta. Banana-verde e a Sra. Couve-Flor também costumam passar por alí, na calada da noite, pera flertar com os bastonetes gram-negativos.

Os vizinhos já ameaçaram produzir um abaixo assinado reclamando do mau-cheiro.